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sábado, maio 09, 2009

Seed Bomb

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Seed Bomb é um conceito para uma “bomba” feita em plástico biodegradável que ao ser lançada solta sementes para reflorestar áreas devastadas.

Segundo os designers Hwang Jin wook, Jeon You ho, Han Kuk il e Kim Ji myung, as bombas seriam lançadas por um bombardeiro, e trariam várias cápsulas em seu interior.

Cada cápsula teria um solo artificial com as sementes que seriam plantadas no local da queda. O solo artificial seria suficiente para a planta se manter sozinha, enquanto a própria umidade da planta não derrete o plástico.

Via Yanko Design.

quinta-feira, outubro 02, 2008

Biomimicry -A Key to the Planet's Energy Future?


Biomimicry -A Key to the Planet's Energy Future?: "Biomimicry is a new science that studies nature’s best ideas and then imitates these designs and processes to solve human problems. Studying a leaf to invent a better solar cell is an example of this “innovation inspired by nature.”
Being that the supply of crude oil is finite, the very foundation of our economy will one day run dry. Nature, on the other hand, runs on the unlimited bounty of sunlight and creates no waste. Unlimited clean energy is just one example of the genius of nature which author Janine Benyus points out in her landmark work, Biomimicry: Innovation Inspired by Nature.
A fascinating example of a next-generation power source mimicking the genius of nature is the Australian firm BioPower Systems, which has developed Biowave: an ocean power system that harnesses energy by mimicking the motion of underwater plants in the ocean currents to generate electricity.
Biowave is but one example of biomimicking many that Benyus points out we would do well to learn from: Arctic fish and frogs freeze solid and then spring to life, having protected their organs from ice damage. Black bears hibernate all winter without poisoning themselves on their urea, while their polar cousins stay active with a coat of transparent hollow hairs covering their skins like the panes of a greenhouse. Chameleons and cuttlefish hide without moving, changing the pattern of their skin to instantly blend with their surroundings. Bees, turtles, and birds navigate without maps, while whales and penguins dive without scuba gear."

segunda-feira, julho 14, 2008

Is the City an "Organism" Operating Beyond the Bounds of Biology?


Is the City an "Organism" Operating Beyond the Bounds of Biology?: "For the first time in history, the majority of the people on our planet live in cities. Going forward, human history will become urban history: homo sapiens has evolved into homo urbanus.

The back story for this profound if not evolutionary shift in human behavior is that fact even in 1800 only 3% of the world's population lived in cities.
Dr. Geoffrey West, President and Distinguished Professor of the Santa Fe Institute, led a team of scientists that has found that city growth driven by wealth creation increases at a rate that is faster than exponential. The only way to avoid collapse as a population outstrips the finite resources available to it is through constant cycles of innovation, which re-engineer the initial conditions of growth. But the greater the absolute population, the smaller the relative return on each such investment, so innovation must come ever faster.
Thus, the bigger the city, the faster life is; but the rate at which life gets faster must itself accelerate to maintain the city as a growing concern so much so that to maintain growth, major innovations must now occur on time-scales that are significantly shorter than a human lifespan."

quinta-feira, março 27, 2008

Digital Drops: Um Músculo Artificial que Gera Energia e se Auto-Regenera


Digital Drops: Um Músculo Artificial que Gera Energia e se Auto-Regenera: "Uma equipe de pesquisadores da UCLA criou um músculo artificial capaz de auto-regenerar e gerar energia, o que é um passo muito importante para a criação de robôs autônomos e próteses inteligentes em um futuro não tão distante.
Ao ser contraído e expandido, o material gera uma pequena corrente elétrica que pode ser capturada em uma bateria. Esta energia pode ser usada em outros módulos de músculo ou . O músculo artificial foi criado usando nanotubos de carbono como eletrodos.
Leia mais no Discovery News.
Via Engadget."

sábado, janeiro 05, 2008

A intrigante comunicação das bactérias - Scientific American Brasil


A intrigante comunicação das bactérias - Scientific American Brasil

Até há bem pouco tempo ninguém imaginava que as bactérias conversassem entre si, muito menos de um modo capaz de alterar seu comportamento.

por Marguerite Holloway

É de manhã bem cedo e Bonnie L. Bassler atravessa o campus da Princeton University. Ela vem direto da aula de aeróbica que dá toda manhã, às 6:15 - "Levanto exatamente às 5:42, nem um minuto antes, nem um minuto depois", diz, enfática. Bassler fala quase tudo com a mesma energia, e, quando a conversa passa para seu trabalho, ela fica, se é que isso é possível, ainda mais dinâmica. "Não fui feita para ficar parada no tempo", ri. "Fui feita para ser um furacão."

Bassler - professora de biologia molecular, ganhadora de um prêmio em 2002 pela MacArthur Foundation, e ocasionalmente atriz, dançarina e cantora - tem 41 anos e estuda as bactérias e o modo como elas se comunicam entre si e com outras espécies. O "quorum sensing", como o fenômeno é chamado, algo como percepção de quórum, é uma ciência jovem. Até há bem pouco tempo ninguém imaginava que as bactérias conversassem entre si, muito menos de um modo capaz de alterar seu comportamento. Bassler tem tido um papel fundamental na rápida ascensão dessa área. Ela decifrou alguns dos dialetos - mecanismos genéticos e moleculares que diferentes espécies usam - mas é mais conhecida por ter identificado o que pode ser uma linguagem universal compartilhada por todas as espécies, algo a que ela se referiu, bem-humorada, como "esperanto bacteriano".

Como o nome sugere, o quorum sensing descreve como cada bactéria percebe quantas outras há nas redondezas. Se há presença suficiente (quórum), elas podem pôr mãos à obra imediatamente ou decidir "enrolar" mais um pouco. Milhões de bactérias luminescentes são capazes de decidir emitir luz ao mesmo tempo para que seu hospedeiro, uma lula, por exemplo, brilhe - talvez para distrair predadores e fugir. Ou bactérias salmonela podem resolver esperar até que seus batalhões estejam organizados antes de liberar uma toxina que faça o hospedeiro adoecer; se agissem como assassinos independentes, em vez de atuarem como exército, o sistema imunológico provavelmente as eliminaria. Pesquisadores mostraram que as bactérias também usam o quorum sensing para formar a placa bacteriana sobre os dentes, corroer cascos de navios e controlar a reprodução e a formação de esporos.

Se realmente for assim, as implicações são enormes. O quorum sensing nos remete à evolução. Talvez as primeiras bactérias tenham se comunicado, depois se organizado de acordo com diferentes funções e, finalmente, formado organismos complexos. De forma mais prática, o quorum sensing dá à medicina uma nova estratégia: se destruirmos o sistema de comunicação de bactérias perigosas, como o enterococo resistente a antibióticos, talvez elas não consigam organizar seu ataque com eficiência. Nas palavras de Bassler, "você tanto pode torná-las surdas como mudas".

Células-tronco: expectativas e realidade - Scientific American Brasil


Células-tronco: expectativas e realidade - Scientific American Brasil


Há um longo caminho a percorrer antes que sejam feitos testes com CTs embrionárias em humanos

por Lygia V. Pereira

A luta pela aprovação do Projeto de Lei de Biossegurança, liberando o uso de embriões humanos para a extração de células-tronco (CTs) embrionárias, gerou enorme expectativa na população, que se pergunta: após a aprovação, quantos pacientes sairão das filas de transplantes? Na verdade, nenhum hoje, nenhum até mesmo nos próximos anos, mas provavelmente muitos a longo prazo, agora que podemos trabalhar com essas células no Brasil. Com a poeira do sensacionalismo baixada, quais são as reais possibilidades das CTs embrionárias?

As CTs embrionárias são o tipo mais versátil até hoje identificado em mamíferos, possuindo a formidável capacidade de dar origem a todos os tecidos do corpo. Desde a década de 1980 faz-se pesquisas com as CTs em-brionárias de camundongos. Descobrimos como transformá-las no laboratório em células da medula óssea, do músculo cardíaco, em neurônios, entre outras. E quando transplantadas em animais doentes, as células derivadas foram capazes de aliviar os sintomas de diversas doenças - leucemia, doença de Parkinson até paralisia causada por trauma da medula espinhal.

As primeiras linhagens de CTs embrionárias humanas surgiram em 1998, e junto com elas a enorme expectativa de seu uso terapêutico. Porém, antes de começarmos testes clínicos injetando CTs embrionárias em seres humanos, temos algumas questões fundamentais que devem ser resolvidas.

Questões de segurança - quando injetadas em camundongos, essas células podem formar tumores. Antes de testá-las em pacientes, temos que primeiro aprender a controlar sua diferenciação para que elas gerem somente o tecido que nos interessa, e não tumores.

No ramo da vida sintética - Scientific American Brasil


No ramo da vida sintética - Scientific American Brasil

"Um dia a biologia poderá produzir organismos artificiais com fins terapêuticos.

por James J. Collins
por Sam Haffe

À primeira vista, as colônias de bactérias que pontilham uma placa de Petri no laboratório de James J. Collins na Universidade de Boston parecem nada ter de especial. Cada bactéria Escherichia coli foi geneticamente alterada para fabricar uma proteína específica assim que a densidade populacional da colônia em torno dela atingir um nível pré-definido.

Um cético poderia bocejar. Afinal de contas, engenharia genética não é algo novo. Mas a essas células não foi apenas agregado um gene estranho. Collins inseriu uma rede genética inteira - ele incorporou muitos genes que interagem não só entre si como também com o maquinário genético natural da célula. Nesse caso, colocou uma rede de quorum-sensing (algo como percepção de quórum - a comunicação entre as bactérias) de uma Vibrio fischerii. Se a engenharia genética convencional é como trocar pontas de uma chave de fenda, ele mudou o conteúdo inteiro de uma caixa de ferramentas.

Collins, de 39 anos, faz parte de um novo campo de estudo denominado biologia sintética, que cria novos ingredientes para a receita da vida, entre eles ácidos nucléicos, aminoácidos e peptídios. Alguns cientistas esperam até mesmo poder fabricar um organismo artificial. A disciplina ainda está em estágio incipiente, no qual jovens e brilhantes cientistas desafiam-se com experimentos que tentam provar conceitos e publicam artigos com páginas e mais páginas de fórmulas matemáticas. Collins, por outro lado, é o primeiro a criar tecnologias comerciais em estágio avançado de desenvolvimento. E prova que a biologia sintética está pronta para o mercado.

A mais promissora dessas tecnologias é um RNA riborregulador, que Collins descreveu pela primeira vez em 2004. Ele consiste em uma seqüência de DNA que, com a ajuda de um vírus geneticamente modificado, integra o genoma de uma bactéria hospedeira. O DNA então cria um RNA mensageiro que se liga ao ribossomo (a fábrica de proteínas da célula), de modo a bloquear a produção de uma proteína específica. O regulador pode também desbloquear o ribossomo e ordenar que fabrique aquela proteína. Basicamente, o riborregulador permite que os cientistas comandem a produção de proteína com cerca de 100% de precisão e eficiência..."

O fim da evolução humana - Scientific American Brasil




"A história evolutiva da espécie humana, com sua vasta galeria de antepassados, pode estar chegando ao fim.

por Ian Tattersall

espécie seria uma representante longínqua do gênero Homo

Para o paleoantropólogo britânico Ian Tattersall, a história evolutiva da espécie humana, com sua vasta galeria de antepassados, pode estar chegando ao fimPor Giovanni SpataroA evolução humana é hoje um dos principais temas dos debates científicos. Novas descobertas estão desafiando conhecimentos estabelecidos. Considere, por exemplo, o hominídeo de Flores - um verdadeiro ponto de interrogação em nossa história evolutiva. Mas o mérito cabe também a cientistas como Ian Tattersall, autoridade no campo da paleoantropologia e entusiasmado divulgador da evolução e de tudo que gira em torno do tema. Prova disso é o que aconteceu no Teatro Palladium, em Roma. Depois de uma hora de entrevista para a Radio 3 Scienza, Tattersall conversou com os estudantes que assistiram ao programa. Rodeado por jovens cheios de perguntas, divertiu-se com tanta curiosidade e ímpeto e não economizou nas respostas..."