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segunda-feira, julho 14, 2008

Liquid-mirror Telescopes: Cheaper Option To Glass-mirror Finally Released - Gizmo Watch


Liquid-mirror Telescopes: Cheaper Option To Glass-mirror Finally Released - Gizmo Watch: "As the scientist community wishes to explore the farthest away spatial bodies, their urge for erecting bigger and better telescopes gets growing! But erection of mighty, scientific and automated telescopes is no easy task - they require funds to be poured in like water, along with human efforts. Owing to this reason, world’s first 4 meter wide liquid-mirror telescope based observatory is going to be erected in India by 2009. The International Liquid Mirror Telescope is going to be funded by Belgium and Canada and would be located on a mountaintop. Conceptually, liquid-mirror are based on simple property of fluid dynamics - spin a pool of fluid till it coincidentally rearranges itself to an exact parabolic shape, same as the glass mirror used for observation. These telescopes cost one-tenth of their glass-mirror counterparts of the same size and time required to erect them is also significantly low."

domingo, abril 13, 2008

Before the Big Bang: A Twin Universe?





"But in the past few years, a new theory called Loop Quantum Gravity (LQG) has emerged. The theory suggests the possibility of a “quantum bounce,” where our universe stems from the collapse of a previous universe. Yet what that previous universe looked like was still beyond answering.
Now, physicists Alejandro Corichi from Universidad Nacional Autónoma de México and Parampreet Singh from the Perimeter Institute for Theoretical Physics in Ontario have developed a simplified LQG model that gives an intriguing answer: a pre-Big Bang universe might have looked a lot like ours. Their study will appear in an upcoming issue of Physical Review Letters. ..."

domingo, março 02, 2008

Como o mundo começou?

Como o mundo começou?

C@t explica em seu programa a nova teoria da criação do mundo.Assista!

sexta-feira, janeiro 04, 2008

Folha Online - Ciência - Físicos brasileiros conseguem "despir" buraco negro - 15/11/2007

Folha Online - Ciência - Físicos brasileiros conseguem "despir" buraco negro - 15/11/2007

Físicos brasileiros conseguem "despir" buraco negro

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RAFAEL GARCIAda Folha de S.Paulo

Uma dupla de físicos brasileiros conseguiu demonstrar como é possível "despir" um buraco negro para revelar o que há dentro desse estranho tipo de objeto cósmico.
Usando conceitos de física quântica, George Matsas e André da Silva, do Instituto de Física Teórica da Unesp, elaboraram um modelo matemático que elimina a "fronteira" do buraco negro, o limite de aproximação a partir do qual não se pode escapar de sua atração.
O objeto, descrito em estudo na revista "Physical Review Letters", porém, é de uma classe especial.


Um buraco negro convencional pode se formar a partir do colapso de uma estrela, quando ocorre uma concentração colossal de matéria no espaço de um só ponto, chamado "singularidade".
Sua força gravitacional é tão grande que nada, nem mesmo a luz, consegue escapar da fronteira batizada de "horizonte de eventos" pelos físicos.

O que Matsas e Silva descrevem, contudo, é o que os físicos chamam de 'singularidade nua', um buraco negro sem horizonte. Em tese, energia e matéria podem escapar dos seus arredores e, portanto, a singularidade seria observável.




Para chegar ao resultado, porém, os físicos tiveram de resolver um problema imposto pela teoria da relatividade geral, de Einstein, que explica a gravidade.
Física fora da lei

"Nós chamamos de singularidade aquilo no qual as equações da natureza quebram, o que é uma situação muito ruim, porque nós físicos acreditamos que tudo pode ser matematizado", diz Matsas. "Mas quão ruim é ter uma singularidade na relatividade geral? Se ela estiver dentro de um horizonte de eventos, em princípio, tudo bem, porque mesmo que não se saiba descrevê-la, isso não influencia o resto do Universo, já que nada pode escapar de dentro [da fronteira do buraco]."

Há problemas, porém, em recorrer à relatividade para analisar o problema. Uma vez que a singularidade é um ponto infinitamente pequeno, há fenômenos nos buracos negros que só podem ser elucidados pelas equações da mecânica quântica, teoria que explica o mundo das partículas elementares.

Acontece que a relatividade e a mecânica quântica são teorias incompatíveis entre si. E a maneira com que os físicos concebem uma singularidade nua é essencialmente relativística.
Um buraco negro pode perder seu horizonte de eventos ao entrar em rotação com velocidade grande o suficiente para "expulsá-lo" por meio de força centrífuga --a mesma força que atira crianças para fora de um carrossel. Mas as equações de Einstein impedem que um objeto entre em um buraco negro com velocidade grande o suficiente para aumentar sua rotação e expor a singularidade.

Barreira energética

Na prática, o que acontece, é que uma partícula teria de romper uma espécie de "barreira energética" intransponível antes de contribuir para que a rotação do buraco negro ultrapasse o limite que o transformaria em singularidade nua.

Analisando o problema do ponto de vista quântico, porém, Matsas e Silva conseguiram fazer --em teoria, diga-se logo-- com que partículas entrassem no buraco negro por meio de um efeito chamado "tunelamento". É um fenômeno conhecido na física quântica, no qual uma partícula pode atravessar essa barreira energética tomando uma espécie de atalho, desaparecendo de um lado e aparecendo do outro.

Não é nenhuma mágica, diz Matsas: "O tunelamento é muito comum em situações microscópicas, só fica mais improvável nas macroscópicas".

Com o trabalho, os brasileiros procuram contribuir para superar o maior desafio atual da física: unificar a mecânica quântica e a relatividade geral em uma teoria só. Pode a descoberta ajudar nessa meta? "Pode ser que sim, mas não é garantido", diz Matsas.




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Especial

quinta-feira, janeiro 03, 2008

Universos Paralelos


Folha Online - Ciência - Físicos tentam desvendar o conceito dos "universos paralelos" - 30/12/2007

"Popularizada por obras de ficção científica como "Jornada nas Estrelas" ou então pelo recente filme "A Bússola de Ouro", primeira parte da trilogia escrita por Philip Pullman, o conceito dos universos paralelos desperta um grande interesse por parte dos mais sérios cientistas do planeta.



"A idéia de vários universos simultâneos é mais do que uma invenção fantástica. Parece natural em várias teorias e merece ser levada em conta", afirma o astrofísico Aurélien Barrau no número de dezembro da revista "Cern Courier", publicada pela Organização Européia para a Pesquisa Nuclear.


"Estes universos múltiplos não são apenas teoria, e sim as conseqüências de teorias elaboradas para responder a questões de física das partículas ou da gravitação. Muitos problemas centrados na física teórica encontram assim uma explicação natural", resume o cientista do Laboratório de Física Subatômica e Cosmologia.


"Nosso Universo seria apenas uma ilhota insignificante dentro de um imenso 'multiverso' infinitamente vasto e diversificado? Se for verdade, isso pode ser para o homem, que durante muito tempo acreditou que era o centro do mundo ou o centro da criação, a quarta ferida narcisista", prosseguiu, explicando que as três primeiras feridas teriam sido causadas por Copérnico, Darwin e Freud.


Imaginar que existem vários universos responderia a uma das grandes perguntas dos físicos: Por que motivo --fora acreditar em Deus-- nosso universo, se fosse o único existente, teria precisamente as leis e as constantes físicas que teriam permitido o surgimento de astros, de planetas e finalmente de vida?


Paradoxos


A idéia de universos paralelos foi introduzida em 1957 pelo físico americano Hugh Everett, para interpretar certas raridades --para o sentido comum-- da física quântica.
Dessa maneira, é possível encontrar partículas numa espécie de superposição de estados. O exemplo clássico e o do gato que pode estar vivo e pode estar morto ao mesmo tempo dentro da caixa que serve de exemplo e paradoxo da teoria pronunciada por um dos "pais" da física quântica, Erwin Schrödinger.
Apenas um dos estados se torna realidade no momento de uma observação. Dessa maneira, não se criam outras possibilidades em outros tantos universos? Hugh Everett e outros cientistas acreditam que sim.
Existiriam então vários universos paralelos que poderiam ter um passado comum, antes de divergir para outro possível e diferente..."

... Quem gostou da primeira metade do filme Quem somos nós (What the bleep do we know) vai curtir o documentário da BBC Universos Paralelos. Ele versa sobre a mais nova teoria da física que uniu a teoria das super cordas com a teoria da super gravidade, a "Teoria M", que tenta explicar o que veio ANTES do Big-Bang.

Um amigo que me apresentou o documentário disse "O que me impressionou foi que os físicos chegaram à conclusão que, para o universo ser sustentável matematicamente, ele precisa necessariamente ter 11 dimensões. E que na verdade o big-bang não foi a explosão de uma singularidade, mas sim o choque entre duas dimensões.

Conclui que nosso universo é na verdade um Multiverso, com infinitos 'universos'. O mais lindo é que os físicos já trabalham com a certeza (probabilística) de que existem várias outras civilizações no Multiverso". Tudo isso apresentado de uma forma dinâmica e fácil de absorver, embora o assunto seja complicado por natureza.












Devo lembrar novamente que estas idéias malucas não saem da mente de jovens entediados que acham que sabem alguma coisa de Física, mas sim das jovens mentes dos maiores expoentes mundiais da Física. Só.

Aproveitando o tema, destaco um determinado trecho do documentário:"Os outros universos são paralelos ao nosso, e talvez bem próximos também, mas dos quais nós nunca tivemos consciência. Eles talvez sejam completamente diferentes com leis naturais completamente distintas atuando. (...) O último entendimento do multi-universo é que possa haver um infinito número de universos, cada um com diferentes leis da física. Nosso Universo poderia ser apenas uma bolha flutuando num oceano de outras bolhas".

Isso me lembrou muito um trecho da psicografia do espírito Luiz Sérgio à sua família, "O mundo que encontrei", onde ele conta sobre a adaptação no "lado de lá":"Hoje, já não tenho mais medo de atrapalhar-me, porque entendi que tudo não passou de uma transformação e que o choque sofrido não podia ser conseqüência grave para mim, porque ele foi físico. Eu agora não tenho mais corpo físico, mais ainda tenho corpo. Interessante observar as propriedades deste corpo. São inteiramente diversas, no campo físico, das que tinha antes. Se dois corpos não podiam ocupar o mesmo espaço, agora podem, já que eu posso me incorporar em 'massa física' se ela me repele. Então, eu a contorno, buscando uma superfície não repelente: aí eu atravesso.

Interessante como a pseudogravidade não atinge de maneira direta. Há uma força dentro de mim que anula qualquer atração e eu posso afastar-me do chão da Terra. Aliás, há outros chãos que nós não sabíamos. Eu nunca imaginei como seria e gostaria de contar, mas estou achando difícil. Se você conhecesse bem a Física, talvez eu pudesse explicar melhor. Há uma densidade relativa na matéria que circunda a Terra e nela a gente se apóia para firmar os passos. Conforme caminhamos, pode acontecer que não se consiga mais apoio e corre-se o risco de 'afundar', como nas águas. Nosso corpo não agüenta a rarefação. Então, voltamos para um lugar mais firme em relação à nossa densidade. Não sei se vai ser sempre assim. Talvez aprenda medidas que me tornem capaz de poder transitar nesses lugares que ainda estão interditados para mim, devido à inexperiência".

Me lembrou também um certo trecho do livro Na próxima dimensão, de Carlos A. Baccelli:"- Entramos em algum 'buraco negro'?- Sim, o que os homens têm chamado de Antiuniverso, ou Universo Paralelo...- Que beleza extraordinária! - exclamei. - Tenho a impressão de que estamos navegando no mar; a nossa nave espacial parece singrar determinadas ondas cósmicas! ...Nielsen sorriu e concordou. Bolhas flutuando, de cores inimagináveis e formatos variados, pairavam no Espaço - de todos os tamanhos e consistências...
- Algumas dessas 'bolhas', Doutor, são habitadas..."
Está provada a existência de universos paralelos, de acordo com uma descoberta matemática de cientistas de Oxford
A primeira teoria do universo paralelo, proposta em 1950 pelo físico Norte Americano Hugh Everett, ajuda a explicar os mistérios da mecânica quântica que durante décadas permanecerá uma incógnita. No universo de "inúmeros mundos" de Everett, cada vez que uma possibilidade física é explorada, o universo divide-se. Atribuindo-se um número de possíveis resultados, cada qual é descriminado - no seu próprio universo.
Um motorista que não morra por um triz, por exemplo, pode sentir-se aliviado pela sua sorte, mas num universo paralelo ele pode ter morrido. Ainda outro universo irá assistir à recuperação do motorista depois de ser tratado no hospital. O número de possíveis cenários é infinito.
A ideia é bizarra, e por isso mesmo relegada por muitos experts na matéria. Mas uma pesquisa de Oxford empresta uma resposta matemática aos enigmas quânticos que não pode ser facilmente descartada, sugerindo que o Dr. Everett - estudante de Phd na Princeton University quando inventou a teoria - estava no caminho certo. Comentando na revista New Scientist, o Dr. Andy Albrecht, físico da University of California, afirma: "Esta pesquisa é um dos mais importantes avanços na história da ciência".
De acordo com a mecânica quântica, a uma escala sub-atômica, não se pode afirmar que algo existe até que seja observado. Até agora observou-se que as partículas ocupam estados nebulosos de "superposição", nos quais poderão ter spins simultâneos para "cima" e para "baixo", ou se apresentem em diferentes locais ao mesmo tempo.
A observação parece "aprisionar" um estado particular da realidade, da mesma forma que se pode dizer que uma moeda que gira é "cara" ou "coroa" quando é apanhada. De acordo com a mecânica quântica, as partículas não-observadas são descritas por "funções de onda", representando uma quantidade de múltiplos estados "prováveis". Quando o observador mede, a partícula se acomoda a uma dessas múltiplas opções.
A equipe de Oxford, liderada pelo Dr. David Deutsch, mostrou matemáticamente que a estrutura tipo "arbusto" - criada pelo universo que se divide em paralelas versões de si mesma - pode explicar a natureza de probabilidades dos resultados quânticos.
Fonte: My tourette;Telegraph.co.uk