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sábado, dezembro 20, 2008

Future Of Data Storage: Graphite Memory Demonstrated - Gizmo Watch


Future Of Data Storage: Graphite Memory Demonstrated - Gizmo Watch: "Pumping gigs for storage capacity seems to be the new way in, as Toshiba is to introduce a 512GB SSD at the forthcoming Consumer Electronics Show, and here is a new kind of data storage medium developed to keep in the spree (may be stupid to compare the two, though). It is a layer of graphite only 10 atoms thick demonstrated by researchers at Rice University.
The lab tests show a layer of graphene, 5 nm in diameter, grown atop silicon and used for storing a bit of data. The new storage medium, if researchers are believed, can function in gruesome temperatures of 200 degrees Celsius, and could in capacity be many times the current capacity of flash memory. So, here we are in for a next-generation of memory capable of replacing the NAND flash memory (45nm in size) down to 20 nanometers, size that brains behind NAND believe could be scaled by the flash memory sometime by 2012.
Via: ComputerWorld/Slashdot"

domingo, novembro 23, 2008

China And Nanotech Deliver World's Thinnest Speakers - Gizmo Watch


China And Nanotech Deliver World's Thinnest Speakers - Gizmo Watch: "Nanotech is the next big thing from the smallest possibility. We are headed for near invisible appliances, and speakers or the other sound producing tools seem to have met the transformation already. Chinese researchers at Tsinghua University have created flexible speakers, 1/1,000th the width of a single human hair, which could someday see the light of the day – but HOW as the only bewilderment that looms over our confused heads?
What’s innovative:
Portability and flexibility are the most compelling factors that have troubled the wittiest in production houses and labs. Super thin transparent carbon nanotube films were mounted onto two electrodes to form a simple loudspeaker by the researchers; the end result was a product that delivered the same quality sound as the conventional speaker, all this without the use of magnets and any moving components – the most useful mechanisms of the usual speakers"

sexta-feira, novembro 21, 2008

Gizmodo Brasil

Desenvolvida pela GE uma superfície super-hidrofóbica no seu Laboratório de Pesquisa Global em Nanotecnologia.

Assista a gravação dos resultados com câmeras de altíssima velocidade.


sábado, setembro 20, 2008

Diamondóides: O futuro das TVs e monitores de tela plana

Site: Inovação Tecnológica

Lynn Yarris
19/09/2008

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A estrutura atômica do diamondóide encaixa-se perfeitamente na rede molecular de um diamante, daí o seu nome.[Imagem: Berkeley Labs]

Os entusiastas das TVs e monitores de tela plana estão ansiosos pelo dia em que os componentes de emissão de campo (FEDs: Field Emission Devices), baseados em emissores eletrônicos em nanoescala, poderão substituir as atuais tecnologias LCD e plasma. Os FEDs prometem imagens mais brilhantes, maiores ângulos de visão e um consumo de energia substancialmente menor.

Diamondóides

Os especialistas em tecnologia têm previsto que os nanotubos de carbono servirão como emissores eletrônicos para a tecnologia FED, mas agora há um novo candidato no páreo - os diamondóides.

Diamondóides são moléculas de hidrocarbonetos cujas ligações carbono-carbono formam uma estrutura similar à do cristal de diamante, só que oca. O diamondóide mais simples é o adamantano, que contém uma única gaiola, ou caverna, seguido pelo diamantano, com duas gaiolas, triamantano, tetramantano e assim por diante.

Os diamondóides foram originalmente descobertos e isolados a partir do petróleo em 1933. O primeiro e mais simples diamondóide foi batizado de adamantano, da palavra grega para diamante, porque sua estrutura parecida com uma caverna poderia ser superposta sobre a rede atômica de um diamante.

Telas planas do futuro

As propriedades optoeletrônicas incomuns dos diamondóides incluem a afinidade eletrônica negativa, tornando-os candidatos para o tipo de componentes de emissão de campo que deverão ser utilizados nas telas planas do futuro.

Um estudo feito por pesquisadores dos Laboratórios Berkeley e da Universidade de Stanford, ambos nos Estados Unidos, forneceu a primeira demonstração experimental de que os diamondóides podem ser excelentes emissores eletrônicos, potencialmente superiores aos nanotubos de carbono para uso em FEDs.

Monocamadas diamondóides automontadas

"Nossos resultados mostraram que determinadas monocamadas diamondóides automontadas, quando crescidas sobre substratos metálicos, possuem os picos mais agudos de distribuição de energia entre todos os emissores eletrônicos previamente estudados," afirma Wanli Yang, um dos participantes do estudo.

Os pesquisadores estudaram as propriedades de emissão eletrônica de um diamondóide tetramantano, que possui quatro gaiolas em estrutura de diamante, sobre substratos de ouro e prata.

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"Dentre os diamondóides monocamada crescidos sobre prata, 68% de todos os elétrons emitidos estavam em um único pico de energia de cerca de 0,5 elétron-volt de largura," diz Yang. "Essa emissão monocromática é várias vezes mais forte do que as relatadas para superfícies de diamante bruto, o que significa que mais elétrons são emitidos à mesma velocidade, uma propriedade muito desejável para uso em FEDs."

Adequados para fabricação em larga escala

É também um bom sinal para sua potencial aplicação em FEDs que os diamondóides possam ser purificados e funcionalizados com controle preciso e possam ser induzidos a se automontar em monocamadas uniformes sobre uma grande área.

Esses atributos ajudam a tornar os diamondóides muito mais adequados para a fabricação em larga escala e para a reprodução de dispositivos do que os nanotubos de carbono, que são notoriamente heterogêneos, caros e difíceis de se purificar.

Afinidade eletrônica negativa

Sua estrutura de gaiola e sua superfície terminada em átomos de hidrogênio dão aos diamondóides uma propriedade optoeletrônica única chamada afinidade eletrônica negativa (NEA - Negative Electron Affinity). Essencialmente, isso significa que os elétrons condutores têm energias mais altas no interior do diamondóide do que fora dele, fazendo-os voar para fora da gaiola do diamondóide mesmo na ausência de uma tensão externa de acionamento.

"Há muito trabalho a ser feito antes que os diamondóides possam ser incorporados em equipamentos comerciais, mas comparados com os enormes esforços de pesquisas que foram feitos com os nanotubos de carbono na última década, ainda não começou nenhum grande esforço tecnológico com os diamondóides," explica Yang. "Nós realmente não queremos perder nada desses fascinantes novos membros da família do carbono."

sábado, agosto 23, 2008

Nanopaper Is Nearly Impossible To Tear Off - Gizmo Watch


Nanopaper Is Nearly Impossible To Tear Off - Gizmo Watch: "Being a shopoholic, I often encounter the agony of my newly bought stuff falling to the ground courtesy of flimsy paper bags that tear very easily. Luckily, researchers in Sweden and Japan have come up with a new type of paper that has the tensile strength of cast iron. Unbelievable as it is, but this “nanopaper” made of cellulose nanofibril film stands at roughly one-thousandth of the width of conventional fiber with the nanofibrils strongly adhering to one another lending the paper its super-strong quality. Though researchers haven’t planned to have the paper in commercial use for now, they say that whenever it does make it into mass usage, it might be in the guise of a reinforcing material and sadly not as super-strong shopping bags or newspapers.
Source: NY Times"

sábado, março 15, 2008

World’s Smallest Diamond Ring: Small Is Beautiful - Gizmo Watch


World’s Smallest Diamond Ring: Small Is Beautiful - Gizmo Watch: "All beautiful things come in small packages. Attesting this saying, the scientists at the University of Melbourne in Australia have fashioned world’s smallest diamond ring. They put up their admirable creation on show at the March meeting of the American Physical Society in New Orleans. Being the smallest ever diamond ring, it measures up to a surprising 5 microns only (or millionths of a meter) in diameter and is 300 nanometers (or billionths of a meter) in thickness. The tiny ring is made by carving out a circular structure in an artificially made diamond.
Moreover, the scientists developing quantum information processing are going to be extremely benefited by the ring. The scientists illustrate the ring being a component in a device for producing and detecting single photons (particles of light) that come out of an infinitesimal impurity region inside the diamond carry information. As in common digital computers, information is stocked up in bits having a value of either “1″ or “0″ (just as a light switch can only be “on” or “off”), similarly, these photons, called cubits, can hold a value of 1 and 0 at the same time. The order of 1’s and 0’s signifies a definite quantity of information. So, the smallest diamond ring in the world may become the medium for the greater discoveries.
Source: Msnbc"