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terça-feira, janeiro 27, 2009

Meta Modelo - Wikipedia, the free encyclopedia


Metamodeling - Wikipedia, the free encyclopedia: "Metamodeling
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(Redirected from Meta-modeling)
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Metamodeling, or meta-modeling in software engineering and systems engineering among other disciplines, is the analysis, construction and development of the frames, rules, constraints, models and theories applicable and useful for modeling a predefined class of problems. As its name implies, this concept applies the notions of meta- and modeling.
Example of a eologic map information meta-model, with four types of meta-objects, and their self-references.[1]
Contents
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* 1 Overview
* 2 Metamodeling topics
o 2.1 Definition
o 2.2 Metadata modeling
o 2.3 Model transformations
o 2.4 Relationship to ontologies
o 2.5 Types of meta-models
o 2.6 Zoos of metamodels
* 3 See also
* 4 References
* 5 Further reading

[edit] Overview

'Metamodeling' is the construction of a collection of 'concepts' (things, terms, etc.) within a certain domain. A model is an abstraction of phenomena in the real world; a metamodel is yet another abstraction, highlighting properties of the model itself. A model conforms to its metamodel in the way that a computer program conforms to the grammar of the programming language in which it is written.

Common uses for metamodels are:

* As a schema for semantic data that needs to be exchanged or stored
* As a language that supports a particular method or process
* As a language to express additional semantics of existing information

Because of the 'meta' character of metamodeling, both the praxis and theory of metamodels are of relevance to metascience, metaphilosophy, metatheories and systemics, and meta-consciousness. The concept can be useful in mathematics, and has practical applications in computer science and computer engineering/software engineering which are main focus of this article.

[edit] Metamodeling topics

[edit] Definition

In software engineering, the use of models is more and more recommended. This should be contrasted with the classical code-based development techniques. A model always conforms to a unique metamodel. One of the currently most active branch of Model Driven Engineering is the approach named model-driven architecture proposed by OMG. This approach is based on the utilization of a language to write metamodels called the Meta Object Facility or MOF. Typical metamodels proposed by OMG are UML, SysML, SPEM or CWM. ISO has also published the standard metamodel ISO/IEC 24744. All the languages presented below could be defined as MOF metamodels.

[edit] Metadata modeling

Metadata modeling is a type of metamodeling used in software engineering and systems engineering for the analysis and construction of models applicable and useful to some predefined class of problems.

[edit] Model transformations

One important move in Model Driven Engineering is the systematic use of Model Transformation Languages. The OMG has proposed a standard for this called QVT for Queries/Views/Transformations. QVT is based on the Meta-Object Facility or MOF. Among many other Model Transformation Languages (MTLs), some examples of implementations of this standard are AndroMDA, VIATRA, Tefkat or MT.

[edit] Relationship to ontologies

Meta-models are closely related to ontologies. Both are often used to describe and analyze the relations between concepts[2]

* Ontologies : express something meaningful within a specified universe or domain of discourse by utilizing a grammar for using vocabulary. The grammar specifies what it means to be a well-formed statement, assertion, query, etc. (formal constraints) on how terms in the ontology’s controlled vocabulary can be used together. [Metamodel-b]
* Meta-modeling : can be considered as an explicit description (constructs and rules) of how a domain-specific model is built. In particular, this comprises a formalized specification of the domain-specific notations. Typically, metamodels are – and always should follow - a strict rule set. [Metamodel-a]. “A valid metamodel is an ontology, but not all ontology are modeled explicitly as metamodels” [Metamodel-b].

[edit] Types of meta-models

For software engineering, several types of models (and their corresponding modeling activities) can be distinguished:

* Metadata modeling (MetaData Model)
* Meta-Process Modeling (MetaProcess Model)
* Executable Meta-Modeling (combining both of the above and much more, as in the general purpose tool Kermeta)
* Model Transformation Language (see below)

[edit] Zoos of metamodels

A library of similar meta-models has been called a Zoo of meta-models.[3] There are several types of meta-model zoos.[4] Some are expressed in ECore. Others are written in MOF 1.4 - XMI 1.2. The metamodels expressed in UML-XMI1.2 may be uploaded in Poseidon for UML, a UML CASE tool.

[edit] See also
Sister project Wikimedia Commons has media related to: Metamodeling

* Data governance
* Model Driven Engineering (MDE)
* Model-driven architecture (MDA)
* Domain Specific Language (DSL)
* Domain-Specific Modeling (DSM)
* Generic Eclipse Modeling System (GEMS)
* Kermeta (Kernel Meta-modeling)
* Meta model (NLP)
* MODAF Meta-Model
* Object Process Methodology
* Requirements analysis
* MOF Queries/Views/Transformations (MOF QVT)
* Surrogate model
* Transformation language
* VIATRA (Viatra)
* XML transformation language (XML TL)

[edit] References

1. ^ David R. Soller et al. (2001) Progress Report on the National Geologic Map Database, Phase 3: An Online Database of Map Information Digital Mapping Techniques '01 -- Workshop Proceedings U.S. Geological Survey Open-File Report 01-223.
2. ^ E. Söderström, et al. (2001) 'Towards a Framework for Comparing Process Modelling Languages', in: Lecture Notes In Computer Science; Vol. 2348. Proceedings of the 14th International Conference on Advanced Information Systems Engineering. Pages: 600 – 611, 2001
3. ^ paper.
4. ^ AtlanticZoo."

sexta-feira, outubro 19, 2007

Um Meta-Modelo para o MER

1.0 - Introdução


O ponto de partida para a construção de um meta-modelo para o MER(Modelo Entidade Relacionamento) é a visão (ponto de vista, enfoque) da Realidade como uma Rede de Elementos (Fenômenos da Realidade).

Dentro dessa visão a Realidade é composta por elementos em permanente interação (relacionados).


Tendo essa visão como ponto de partida podemos emergir para um novo nível do nosso meta-modelo.

Nesse nível (Nível do Conhecimento) que emerge a partir dos Elementos da Realidade, podemos estabelecer, de forma simplista, que a Realidade ou o nosso Conhecimento sobre a Realidade é composto de Conceitos.

Assim como os elementos da realidade interagem entre si (relacionam-se), os conceitos também interagem entre si (relacionam-se), através de um tipo específico (mecanismo específico) o qual iremos chamar de abstração (mecanismo de abstração).

Conceitos são construídos (emergem) a partir dos Elementos da Realidade. Em outras palavras, Conceitos representam um conjunto (classe) de Elementos da Realidade.


Conceitos são construídos (emergem) a partir dos Elementos da Realidade, por meio de um tipo específico de interação – abstração do tipo classificação.


O próprio Conhecimento, então, também pode ser visto como uma Rede de Conceitos em Interação. Essas Interações são os Mecanismos de Abstração.

2.0 - Componentes Estruturais do MER

Os Componentes Estruturais do MER visam representar (modelar) a visão (aspecto ou enfoque) estrutural (estruturas) da Realidade.


Os Componentes Estruturais do MER podem ser classificados através da seguinte hierarquia:


  1. Componentes a nível de elemento (representam ou modelam Elementos da Realidade) :
    Entidade
    Relacionamento
    Valor

  2. Componentes a nível de classe ou conceito (representam ou modelam Conceitos que representam ou modelam o Conhecimento sobre os Elementos da Realidade)
    Entidade Tipo
    Relacionamento Tipo
    Atributo

3.0 - Componentes Comportamentais do MER

Os Componentes Comportamentais do MER visam representar (modelar) a visão (aspecto ou enfoque) comportamental (comportamento ou processos) da Realidade.


Nesse ponto podemos acrescentar outro componente da Realidade – as Leis da Natureza as quais incorporamos ou representamos em nosso conhecimento como Regras (Teorias, Modelos, Conjecturas, ...).


Os Componentes Comportamentais do MER podem ser classificados através da seguinte hierarquia:

  1. Regras de Restrição de Integridade (representam ou modelam Regras de Negócio que restringem as mudanças de estado atuais dos Elementos da Realidade) :
    Identificação
    Cardinalidade
    Repetição
    Cobertura


  2. Regras de Derivação, Inferência ou Cálculo (representam ou modelam Regras de Negócio que estabelecem um estado futuro para os Elementos da Realidade)

As Regras de Negócio (RN), dentro do domínio dos bancos de dados, podem ser especializadas em Regras de Restrição de Integridade ou mais simplesmente Restrições de Integridade (RI) e Regras de Derivação (RD).


Podem existir outros tipos de Regra de Negócio, não tão relevantes para o domínio dos bancos de dados.


As Restrições de Integridade podem ser mais especializadas em: Cardinalidade, Repetição, Identificação e Cobertura.


Podem existir outros tipos de Restrições de Integridade além das acima mencionadas e serão tratadas genericamente como RI.


Outros modelos possuem RI próprias que não existem no MER.

4.0 - Mini-Mundo – Domínio do Problema – Domínio do Conhecimento Organizacional

Uma outra forma de enfocarmos a Realidade é por meio do conceito de Conhecimento.


O Conhecimento pode ser definido, de forma simplista, como um conjunto de Fatos (informações) e um Conjunto de Regras.


O Conhecimento Organizacional pode ser definido por especialização de Conhecimento como sendo composto de Requisitos de Informação (Fatos Organizacionais) e Regras de Negócio (Regras a Nível de Negócio).


Um Mini-Mundo (Parcela da Realidade, Domínio do Problema, Domínio do Conhecimento Organizacional) é composto de Regras de Negócio e Requisitos de Informação.


Os Conceitos que constituem a base do nosso Conhecimento compõem os Requisitos de Informação e as Regras de Negócio.