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domingo, agosto 24, 2008

Cobertura

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Cobertura é um tipo de restrição de integridade que representa (modela) regras de negócio que estabelecem se uma determinada entidade-tipo ou relacionamento tipo (genéricos), são cobertos ou abrangidos (T)otalmente ou (P)arcialmente pelas suas respectivas especializações e também se entre as especializações existem (S)obreposição (interseção) ou (E)xclusividade.


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Visa permitir a representação de Regras de Negócio que expressam “ condições de abrangência” envolvendo especializações e as generalizações respectivas. Se as especializações cobrem ou abrangem completamente ou não as generalizações. Se as especializações apresentam ou não interseções entre si.

Ela é modelada num Diagrama de Entidades e Relacionamentos através de um par de valores (V1,V2) onde:

A cobertura é representada por um par de valores (V1,V2), onde:
V1 - Assume os valores T ou P, onde:
–T - significa Total (não existe elemento de E que só pertença a E)
–P - significa Parcial (existe elemento de E que só pertença a E)
V2 - Assume os valores E ou S, onde:
–E - significa Exclusiva (não existe elemento que pertença a E1 e a E2)
–S - significa Sobreposição (existe pelo menos um elemento que pertence a E1 e a E2)


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Exemplo:
–Numa Universidade existem outros tipos de pessoas além de empregados ou alunos.
–Um empregado pode ser aluno e vice-versa.
–Um aluno só pode ser de graduação ou de pós-graduação.

sábado, agosto 23, 2008

Modelo Entidade Relacionamento - MER - Peter Chen - 1976

O Modelo Entidade Relacionamento (MER) é uma ferramenta (instrumento, linguagem gráfica) de modelagem (projeto, representação) utilizada durante a fase de Projeto (Modelagem) Conceitual de Dados.


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Ele apresenta diversos componentes ou elementos de modelagem:

- Componentes (Elementos) Estruturais:

  1. Entidade-Tipo
  2. Relacionamento-Tipo
  3. Atributo

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- Componentes (Elementos) Comportamentais:

a) Regras de Restrições de Integridade

  1. Identificação
  2. Cardinalidade
  3. Repetição
  4. Cobertura

b) Regras de Derivação

- Construtores: que representam nossos mecanismos de abstração:

a) Top-Down:

  1. Classificação
  2. Generalização
  3. Agregação

b) Bottom-Up

  1. Instanciação
  2. Especialização
  3. Particionamento

- Regras para utilização dos Componentes e Construytores de acordo com os seguintes ´critérios de qualidade:

  1. Correção
  2. Completeza (Completude)
  3. Minimalidade
  4. Expressividade
  5. Legibilidade (Simplicidade)
  6. Flexibilidade

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A sua utilização propicia a criação de modelos (DIAGRAMA DE ENTIDADES E RELACIONAMENTOS (DER)) de uma parcela do mundo real (Domínio do Problema ou Mini-Mundo) onde são representados e estruturados os conceitos que o ser humano (Usuário) possui sobre essa parcela do mundo real.

Os conceitos que são motivo de interesse dos Analistas / Projetistas / Programadores são aqueles que representam os REQUISITOS DE INFORMAÇÃO (NECESSIDADES DE INFORMAÇÃO) e as REGRAS DE NEGÓCIO do Usuário = CONHECIMENTO ORGANIZACIONAL.

Existem diversas notações para o Modelo Entidade e Relacionamento.

A notação original foi proposta por Peter Chen e é composta de entidades (retângulos), relacionamentos (losangos), atributos (círculos) e linhas de conexão (linhas) que indicam a cardinalidade de uma entidade em um relacionamento. Chen ainda propõe símbolos para entidades fracas e entidades associativas.

As notações modernas abandonaram o uso de símbolos especiais para atributos, incluindo a lista de atributo, de alguma forma, no símbolo da entidade. Consideramos as notações como as mais interessantes na atualidade:

  1. IDEF1X, utilizada pela ferramenta ERWIN, bastante difundida no mercado
    Engenharia de Informação, bastante difundida e também presente como notação alternativa no ERWIN.
  2. Notação de Setzer, difundida no Brasil por seu autor.
  3. Notação de Ceri, Bertini e Navathe, pouco difundida, mas com aspectos teóricos interessantes.
  4. Uso da UML para representar modelos de dados não-orientados a objetos.

Bibliografia:

  1. Barbieri, Carlos. Modelagem de Dados. IBPI Press Rio de Janeiro 1994.
  2. Bertini, C., Ceri, S., e Navathe, S. B. Conceptual Database Design. The Benjamin/Cummings Publishing Company redwood City, California 1992.
  3. Cougo, Paulo. Modelagem Conceitual e Projeto de Banco de Dados. Campus Rio de Janeiro 1999.