terça-feira, fevereiro 12, 2008

OLPC Gets A Robust Test On Field - Gizmo Watch


Digital Drops: HTC P3470, Um Celular EDGE com GPS


3D Arte


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Texas revela chips para projeção e alta definição em celulares - Yahoo! Notícias

Texas revela chips para projeção e alta definição em celulares - Yahoo! Notícias


Seg, 11 Fev, 04h25

BARCELONA (Reuters) - A Texas Instruments afirmou nesta segunda-feira que desenvolveu um chip que permitirá aos telefones celulares serem equipados com mini projetores de imagens e um outro processador que permite aos usuário gravar vídeo de alta definição em seus aparelhos.

A fabricante norte-americana de microprocessadores, que ficou atrás da rival Qualcomm no mercado celular em 2007, conta com a demanda crescente por telefones avançados para impulsionar as vendas de seus chips, que suportem de tudo, desde fotografia, música e jogos a vídeo.

A Texas Instruments afirmou durante o Mobile World Congress que tem chips prontos para produção de dispositivos chamados "projetores pico", que podem ser integrados em aparelhos móveis na exibição de imagens em superfícies. A tecnologia tem como objetivo superar a limitação das pequenas telas dos celulares. A TI mostrou protótipos da tecnologia há um ano.
Greg Delagi, chefe da unidade de chips móveis da companhia, disse que espera que a tecnologia de projetores pico seja usada por todos, desde executivos que fazem apresentações até consumidores procurando uma forma de mostrar fotos da família.

A TI também anunciou na feira que seu último chip voltado a aplicativos, o OMAP3440, permitirá aos usuários gravar vídeo em alta definição em seus celulares. O processador estará disponível aos fabricantes de celulares no segundo trimestre, segundo Delagi, com expectativa de lançamento de produtos comerciais em um ano.

O chip anterior da TI tinha suporte para reprodução em alta definição, mas não para gravação. Como os arquivos em alta definição são relativamente grandes, os usuários preferem converter os arquivos de vídeo para formatos de menor qualidade na hora de enviar esse conteúdo para amigos ou colocá-los em site de compartilhamento, afirmou Delagi.

Mas o executivo apontou que a tecnologia mostra sua utilidade quando os usuários conectam o celular na TV de alta definição para exibir vídeos em melhor qualidade.

Brasileiros e chineses identificam o menor réptil voador - Yahoo! Notícias




Pesquisadores do Museu Nacional, ligado à Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), apresentaram ontem a menor espécie de pterossauro já encontrada no planeta, o Nemicolopterus crypticus, réptil voador que tinha só 25 centímetros de envergadura. O Nemicolopterus foi identificado com base em um fóssil completo encontrado na China. A caracterização científica foi feita por pesquisadores brasileiros e chineses e descrita em um artigo publicado na Proceedings of the National Academy of Sciences (PNAS), editada pela Academia de Ciências dos Estados Unidos.

A descoberta sugere uma nova teoria sobre a evolução dos pterossauros, parentes dos dinossauros que foram extintos há 65 milhões de anos. O Nemicolopterus contrasta com outros animais desse tipo cujos ossos já encontrados indicam medidas de até 10 metros de uma asa à outra

O paleontólogo Alexander Kellner, do Departamento de Geologia e Paleontologia do Museu Nacional, explica que a descoberta dá elementos para a teoria de que os grandes répteis alados que habitaram a Terra e se alimentavam de peixes foram resultado da evolução de pequenos animais como o Nemicolopterus, que vivia em copas de árvores e provavelmente se alimentava de insetos. Ele acrescenta que a descoberta indica que pterossauros também habitavam o interior dos continentes, e não apenas a costa.

O fóssil que deu origem à descoberta foi encontrado por pesquisadores chineses em 2004, na localidade de Luzhougou, na província chinesa de Liaoning. A região é hoje uma das mais procuradas por paleontólogos de todo o mundo por causa da intensa atividade vulcânica que propiciou a formação de muitos fósseis na juventude da Terra. O esqueleto do Nemicolopterus foi encontrado numa rocha do período Cretáceo, de 120 milhões de anos.


As informações são do jornal O Estado de S. Paulo